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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dança do Acasalamento



A dança do ventre é muito apreciada, estudada e praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. É comum atribuir a origem da dança do ventre a rituais oferecidos em templos antigo em agradecimento à fertilidade feminina e às cheias do rio Nilo, o que representava fartura de alimentos para a região.

Datada entre 7000 e 5000 a.C, acredita-se que, a dança do ventre era praticada nas antigas civilizações como a suméria, acádia, babilônica e egípcia. Esta dança era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal da deusa Ísis, que segundo a mitologia é protetora da natureza e da magia, amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, também é a que escuta as preces dos opulentos, das donzelas, dos aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade nos rituais religiosos, é possível que alguns dos movimentos desta dança, como as ondulações abdominais superior e inferior, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. A mulher, que é a intérprete desta arte milenar, deve transmiti-la com amor e respeito.

Realizada somente em templos, com o passar do tempo a dança do ventre começou a fazer parte de grandes solenidades públicas nos palácios, o que fez com que ela se popularizasse com a invasão árabe e muçulmana no século VII, quando ocorreu uma miscigenação de culturas e a dança se espalhou pelo resto do mundo, através dos viajantes e mercadores.

Os movimentos são inspirados nos animais, como camelos e cobras; são marcados, ainda, pelas ondulações abdominais, de quadril e de tronco isoladas ou combinadas, mais ondulações de braços e mãos, com movimentos aliados à música e à sinuosidade, semelhante a uma serpente, além de tremidos (shimmies) e batidas de quadril, oitos, ovinhos, twists, deslocamentos entre outros também é inspirada nos quatro elementos, terra, fogo, água e ar; e em toda a natureza.

Esta dança milenar sempre foi uma celebração à vida, por possuir elementos corporais e sexuais femininos, a origem remonta ao Período Matriarcal, nesta dança os movimentos revelam muita sensualidade, fato que mexe com a fantasia e o emocional da mulher estimulando-lhe a exercitar o corpo, melhorando a postura corporal assim acaba com inibições e inseguranças. Mesmo quem acha que tem o corpo feio, dançando vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural. Com ênfase nos quadris, abdome e tronco, a dança trabalha os movimentos sempre em relação ao chão e com projeções, exigindo equilíbrio.

A dança pode ser feita utilizando-se de instrumentos como espada, véu, bengala, snujs (como castanholas de metal), punhal, candelabro, jarro, taças e pandeiro. Os principais instrumentos musicais utilizados na apresentação eram a flauta, o clarinete duplo, o oboé duplo e a trombeta.

Minhas amigas, esta arte milenar, da dança do ventre, vale a pena se esforçar e aprimorar os movimentos de quadris, do tronco, balançar a cabeça, movimentar sinuosamente braços, mãos e ombros, focar o olhar entre os véus, gestos envolventes de mistério e beleza que apimentam a vida a dois, e é um tremendo prazer em assistir uma vez que vibrações, contrações, impacto, ondulações e rotações envolvem o corpo da dançarina como um todo, criando um ambiente muito sensual.


Dani
beijooo
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Poema e Poesia: Emoção escrita


A definição de arte varia de acordo com a época e a cultura, nos primordios a arte, a religião e a ciência estavam juntas na figura do xamã, que era artista, músico, ator, poeta, sacerdote e médico. Originalmente, a arte poderia ser entendida como o produto ou processo em que o conhecimento é usado para realizar determinadas habilidades, isto é técnica.
Estou preparando uma aula sobre poema e poesia, gramaticalmente existe uma pequena diferença, no formato.O poema é escrito em versos na obra literária, a poesia não tem forma fixa, depois do movimento Modernista que lançou o verso livre, se tornando sem métrica como outrora, na poesia grega. Enfim, formatos à parte o importante na arte da escrita, também, é a catarse estimulada nas pessoas que ouvem ou leem uma bela poesia ou um poema.
Há três tipos de poemas e poesias: lírica é aquela sentimentalista, alguns teóricos incluem nesta técnica a sátira, nela o autor expressa sua reação pessoal ante as coisas que vê, ouve, pensa e sente, o autor é abstrato e metafísico, a intenção dele não é a mensagem mas sim o êxtase que um poema ou uma poesia provoca nas pessoas.
Poema narrativo, conhecido também como epopeia: o autor conta uma historia de um heroi geralmente, é uma literatura mais extensa, onde o autor apresenta as personagens, os acontecimentos e lhes dá um significado.
Poema dramático também conhecido como teatro: é uma poesia em prosa que conta uma história através das falas das personagens.
A forma como é feita a arte da escrita tem sido teorizada sob enfoques diferentes e podem ser alinhadas em três grandes vertentes:
TEORIA MIMÉTICA: “Um espelho para a natureza” para Platão a arte é mimeses, imitação da realidade, entretanto cada arte se dispõe, para imitá-la por meios de objetos e maneiras que são peculiares a ela.
TEORIA EXPRESSIVA: “Revelação do interior do poeta” O ideario poético deixa de se constituir na imitação da natureza para transformar-se na expressão dos sentimentos, dos desejos, das aspirações do poeta, esta técnica não é mais um espelho da natureza, porém uma segunda natureza.
TEORIA INTELECTUALISTA: “O reflexo da inteligencia é fruto do trabalho” a essencia da teoria intelectualista diz que o ato criador não é um ‘confessionalismo’, nesta teoria o poeta recusa seus entusiasmo e inconsciência, esta é a chamada poética da lucidez, cabe ilustrar com a célebre frase de Fernando Pessoa: “O poeta é um fingidor finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente.”
Bom amigos, juntando ainda à técnica da escrita as figuras de linguagem, de construção e de pensamento podemos bem sair por aí escrevendo poemas e poesias, uma vez que, nesta literatura, a licença poética é resguarda para não ser aplicada 'pena' às infringidas nas confusas regras gramaticais do nosso querido Português.

Um beijo
dani

domingo, 22 de agosto de 2010

O Teatro do Oprimido


Estou apaixonada por Teatro, outra coisa de que eu gosto muito é Política, e como a vida é generosíssima comigo convivo com estas artes atualmente e cada vez mais vou estudá-las.
Nas décadas de 60 e 70 o brasileiro Augusto Boal criou o Teatro do Oprimido no Brasil. Isto é, o teatrólogo incentivou a democratização dos meios de produções teatrais, o acesso das camadas sociais menos favorecidas ao teatro e demonstrou a transformação da realidade através da arte.
Este método teatral reúne exercícios, jogos e técnicas, também, chamado de Teatro engajado, pois além da arte cênica propriamente dita, também existe a finalidade política da conscientização, onde o teatro torna-se um veículo para a organização de reuniões, debate dos problemas da comunidade, assembléia etc. Neste tipo de arte existem várias técnicas de apresentação.
Criada em 1971, o Teatro Jornal, encena-se o que se perdeu nas entrelinhas das notícias censuradas, criando imagens que revelam silêncios. Esta técnica foi muito utilizada na época da ditadura militar brasileira, para revelar informações distorcidas pelos jornais da época, que estavam sob censura oficial Ainda hoje é usada para explicitar as manipulações utilizadas pelos meios de comunicação.
Teatro Imagem - esta técnica teatral transforma questões, problemas e sentimentos em imagens concretas, a encenação baseia-se nas linguagens não-verbais. Essa foi uma saída encontrada por Boal para trabalhar com indígenas, no Chile, de etnias distintas com línguas maternas diversas, que participavam de um programa de alfabetização e precisavam se comunicar entre si. A imagem é uma realidade existente sendo, ao mesmo tempo, a representação de uma realidade vivenciada.
O Teatro Invisível - não é revelado como teatro e é realizado no local onde a situação encenada deveria acontecer, Uma cena do cotidiano é encenada e apresentada no local onde poderia ter acontecido, sem que se identifique como evento teatral. Desta forma, os espectadores são reais participantes, reagindo e opinando espontaneamente à discussão provocada pela encenação.
Teatro fórum – a barreira entre palco e platéia é destruída e o diálogo é implementado. Produz-se uma encenação baseada em fatos reais, na qual as personagens, oprimidos e opressores, entram em conflito, de forma clara e objetiva, na defesa de seus desejos e interesses. No confronto, o oprimido fracassa e o público é estimulado, pelo Curinga (o facilitador do Teatro do Oprimido), a entrar em cena, substituir o protagonista (o oprimido) e buscar alternativas para o problema encenado.
Teatro terapia - é um conjunto de técnicas terapêuticas e teatrais utilizadas no estudo de casos onde os opressores foram internalizados, habitando a cabeça de quem vive oprimido pela repercussão dessas idéias e atitudes.
Teatro Legislativo - 1993 - é um novo sistema, uma forma mais complexa, pois inclui todas as formas anteriores do Teatro do Oprimido e mais algumas, especificamente parlamentares. È importante a educação do público.
Então amigos, espero que o Teatro engajado sirva, sobretudo, para formar cidadãos com prosperidade financeira, espiritual, profissional e pessoal além de todos os mandatos, além de todos os partidos, além da todas as cidades, além de todo o egoísmo...além... muito além, porque a arte é um fenômeno de um instante subjetivo, onde o público pode ser feliz.

Dani
beijoooss

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O Teatro


Nossos primórdios acreditavam que dançar com máscaras de animais em volta de uma fogueira controlaria as forças da natureza, como a chuva, a fertilidade da terra, a paz em casa, o sucesso nas batalhas e nas caças etc.
Para as sociedades primitivas a dança, também, possuía caráter místico de exorcização dos maus espíritos, o que contribuiu para vários mitos existirem.
A dança vai abandonando suas características ritualistas, devido ao desenvolvimento e conhecimento do homem em relação aos fenômenos naturais, e dando lugar às características mais educacionais como o desenho e posteriormente o teatro primitivo.
Surge então, na Grécia antiga no séc VI a.C., o Teatro grego que passa a ser o lugar de representação de lendas relacionadas aos deuses e heróis daquela época, conforme diz Sábato Magaldi, no livro Iniciação ao Teatro.
A primeira representação teatral foi do ator grego Téspis ao encenar as peripécias do deus Dionísio, deus da fertilidade, ele criou o papel do protagonista em um movimento que futuramente ficara conhecido como Tragédia grega. A introdução de segundos e terceiros atores nas tragédias se deu com Ésquilo e Sófocles.
Neste contexto surgiu, ainda, a peça satírica com o escritor, conservador, grego, Aristófanes, pois criou a comédia aristofânica, que mesclava a paródia mitológica com a sátira política, onde em várias obras o autor critica a guerra do Peloponeso.
Com o passar do tempo a profissionalização, a estrutura dos espaços cênicos, o surgimento do palco elevado, as inovações foram sendo adicionadas ao teatro grego. Os antigos escritores dos textos dramáticos, daquela época, cuidavam de praticamente todos os estágios das produções das peças.
Ainda no ocidente, o Teatro medieval surgiu no séc X com ideologia religiosa, criaram-se os mistérios, o palco era interiores de igrejas.
No séc XV, o Teatro renascentista rompeu com as tradições do Teatro medieval. Houve uma verdadeira recriação das estruturas teatrais na Itália, trocou-se a cena reta greco-romana pelo "palco italiano", com boca de cena arredondada e luzes na ribalta, escondidas do público por anteparos. Pela primeira vez é usada uma cortina para tampar a cena.
O Teatro humanista, que foi um momento de transição no Teatro do séc XV, teve como principal representante: Gil Vicente, escritor português que retratou o conflito existencial do ser humano e no mesmo momento surgi a Commedia Dell'Arte, na Itália, que baseia-se nos diálogos improvisados pelos atores.
O Teatro elizabetano, de Shakeaspeare, tem seu auge nos séc XVI e XVII. As peças caracterizam-se pela mistura sistemática do sério e do cômico; pelo abandono das unidades aristotélicas clássicas; pela variedade na escolha dos temas, tirados da mitologia, da literatura medieval e renascentista, e da história e por uma linguagem que mistura o verso mais refinado à prosa mais descontraída.
O espaço cênico elizabetano era de forma redonda ou poligonal em até três níveis, para que várias cenas sejam representadas simultaneamente.
Entre os séculos XVI e XVII, o Teatro espanhol chega ao apogeu com seu representante, o escritor Miguel de Cervantes, que revolucionou a literatura ao utilizar recursos como a ironia e o humor. As regras eruditas foram desprezadas e as formas originárias das apresentações populares foram incorporadas em peças de ritmo rápido, com ações que se entrecruzam.
O espaço cênico espanhol tinha diversos níveis e não havia cenários, ficando no centro de um pátio coberto.
Foi a partir do século XVII que as mulheres passaram a fazer parte das atuações teatrais na Inglaterra a na França.
Ao cabo do século XVIII, as mudanças na estrutura dramática das peças foram reflexos de acontecimentos históricos, como a Revolução Industrial e a Revolução Francesa.
O Teatro no Brasil, neste período, estava sob grande influência do barroco europeu quando retratava o espírito atormentado do homem, com sentimentos antagônicos cheio de tensão interna, cercado pela sensação da transitoriedade e efemeridade das coisas, pessimista e com gosto pelo macabro. O gênero barroco, a princípio era sóbrio e depurado depois tornou-se, com o tempo, rebuscado, e com abundância de metáforas.
O Teatro do século XX, o Teatro Épico, surgiu com o sentimento de estranhamento do escritor alemão Bertolt Brecht. É caracterizado pelo ecletismo e pela grande quebra de antigas tradições, daí surgindo formas como o melodrama e a comédia digestiva.
No Teatro contemporâneo, tanto as tradições realistas como as não-realistas convivem simultaneamente, pois a peça é absoluta em si, por sua vez, passa-se a mensagem social nela contida.
Bom, este texto é somente uma introdução ao assunto, Teatro, tendo em vista a vasta literatura acerca do assunto. Existe um universo de informação meus amigos, porém a arte da dança antiga, do Teatro, a arte da vida... tem sempre o mesmo objetivo: o homem comunicar-se com o Cosmos.
Dani
beijoooss

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Andarilhos Mochileiros


Viajar é umas das coisas melhores para fazer na vida não é mesmo amigos? Que atire a primeira passagem quem não sonha em ir à rodoviária ( ou aeroporto) e tomar um ônibus sem destino... isso é realmente tudo de bom para se fazer.
Quando era criança ficava olhando os ônibus passarem pela BR040 e imaginava que eu faria muitas viagens quando fosse maior de idade, e sempre que Deus permite estou indo de um lugar para o outro, e melhor, agora com meu namorado isso torna uma viagem muito prazerosa hehe...
Além de prazerosa uma viagem é educativa pois aprende-se muito ao conviver com outras culturas, outras pessoas, outros lugares. No fim de semana passado nós, eu e Sócrates, fomos dar um rolé aqui por perto mesmo, interior do Rio de Janeiro na serra, rodamos por Conceição de Macabu, Casimiro de Abreu e Nova Friburgo.
Começou o roteiro sem destino na sexta-feira à noite, no Sábado estávamos em Nova Friburgo, lugarzinho show, lá rola vários eventos cult, adooro...ah! há também o teleférico com vista de 850 m panorâmica da cidade, eu fui no bonde sentada curtindo o passeio demais da conta.
Lá no teleférico existe uma estrutura bem montada pra receber o turista, chegando na terceira parada, antes da última, avista-se um enorme dinossauro mordendo um prédio, coisa de filme né... lá em cima, a 850 m de altura dá para encostar a mão na cruz ora vista lá de baixo, pela janela do hotel, na linha do horizonte entre o céu e a montanha, também vê-se mais de perto, ojacaré, a enorme montanha que lá de baixo vimos dois olhinhos redondinhos e lá de cima eles eram bem maiores.
Nesta viagem tirei fotos, filmei, narrei como robozinho, ri, comi, me assustei, esperei ônibus na rodoviária, pensei nas desigualdades sociais, vi belíssimas lingeries e roupas de malha lindas, assisti a um filme muito engraçado no cinema em 3D, beijei, amei...
E voltei para a torre feliz!

Dani
Beijoooss

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Foi boom demais!!


Após três dias da apresentação da performance é que me sinto bem para escrever sobre a minha dança pessoal. A Cia da Ação propôs ao ator dançar afro-butoh, que é uma vibração passando por todo o corpo lentamente.. ou rapidamente... quem dança decide, quem dança cria a sua própria dança...
Comigo o processo foi doloroso, dançando ao som dos tambores de mestre Caio, meu corpo se mexeu e se imobilizou totalmente durante o workshop de dez dias, com duração de setenta horas, no qual eu pulei, corri, dançei no plano médio (aiai joelhos), me entreguei procurando encontrar o conceito da dança butoh...observei... ouvi os diretores que foram muito inteligentes nos seus comentário sobre mim...enfim foi uma experiência incrível na minha vida profissional e pessoal, sobretudo.
Foi uma conquista para mim ter me apresentado, embora não tivesse mais tempo para treinar, pois descobri o tom da dança somente um dia antes da apresentação, sei lá porquê...
No dia da apresentação estava ansiosa para chegar as dezessete e trinta, de manhã, passei a minha dança pessoal afro-butoh na enorme figueira centenária de Rio das Ostras.
Chegou a hora.
Durante a apresentação, que deve ter durado uns quarenta minutos, fiz melhor do que eu achava que fosse fazer... pois curti o pôr do Sol na praia, com o olhar procurei meu namorado na plateia... e não o vi... entretanto vivi cada minuto intensamente estava consciente do que eu tinha que fazer com o corpo, com o olhar, com a face.
Passo-a-passo: brotei da linda fiqueira centenária, em frente à praia no centro da cidade e fiz a posição fudoh-nodoh (imóvel) à frente e lateralmente, ao pé dela.
Dançando afro-butoh eu era fênix levantando vôo, depois me transformei numa mulher varrendo, limpando com a esponja e torcendo a roupa, fiz o movimento de círculo com as mãos no plexo umbilical, desci para o plano médio e mostrei o mar ao público... me banhei, levantei vôo e me enfeitei com pulseiras, depois me olhei no espelho e sorri, abaixei-me e terminei meu solo no fudoh-nodoh.
Depois me levantei segurei o bebê e dancei junto com o grupo, ao redor da figueira, como Oxum dançaria, bem graciosa e feliz!
Logo, fomos dançando para o mar... eu, Oxum e os outros, todos dançavam comigo a minha dança pessoal...afro-butoh.
Estou esperando receber a filmagem e as fotos para postá-las.
À noite daquele dia trinta e um de Julho o elenco foi a um delicioso rodízio de pizza.
Foi um sucesso!!!

Dani
Beijoooss

domingo, 1 de agosto de 2010

Vida Longa a Todos os Seres da Floresta

Sempre que estiver triste, vá à floresta e encontre os seres que moram lá, converse, chore, ria; seja você e volte mais forte que nunca!